Seminário do Barricadas – Londrina
dezembro 8, 2009 · Deixe um comentário
→ Deixe um ComentárioCategorias: Movimento estudantil
Posicionamento dos campos Barricadas e Domínio Público sobre as eleições do DCE USP
dezembro 1, 2009 · 1 Comentário
Historicamente o Diretório Central dos Estudantes Livre da USP (DCE-Livre/USP) possui uma relevância para o Movimento Estudantil (ME) combativo que é estar vinculado às lutas em defesa da educação pública.
No entanto, mesmo tradicionalmente ocupado por setores da esquerda, vimos que nas duas últimas gestões, diante da complexidade em que a universidade se encontra, houve um distanciamento na construção efetiva das lutas, desvalorizando o enraizamento desse processo através de espaços como Conselhos de CA’s (CCA’s) e a proximidade com os Centros Acadêmicos (CA’s). Entendendo que não cabe somente à gestão do DCE construir a luta, o estabelecimento desse diálogo com as entidades de curso ultrapassaria os limiares dos campos que atuam no movimento. Entendemos que o DCE deva ser um instrumento de organização das lutas, e, para isso, deve ter um caráter agregador de forças, refutando assim, a concepção de uma entidade com um fim em si mesma.
As tarefas e os desafios que estão colocados para o Movimento Estudantil da USP exigem mais do que ações pontuais e conjuntas entre os campos da esquerda. A unidade política e programática, entre estes setores, deve ser estabelecida de forma enraizada, superando as divergências dentro das condições atuais. É primordial impulsionar o processo de reorganização do ME a partir da unidade na luta dos setores combativos na resistência e na organização de um plano comum apontando para um horizonte estratégico no seio do movimento. A prova efetiva dessa possibilidade se baseia nas principais bandeiras defendidas pela esquerda: autonomia universitária, principal pauta da ocupação de 2007; Estrutura de Poder, diretas para Reitor e a UNIVESP, principais pautas de 2008 e 2009; além da luta contra a criminalização do movimento através do “Fora PM do campus” que foi a principal bandeira da greve do primeiro semestre deste ano.
Apesar dos campos da esquerda terem muitas pautas em comum para o movimento estudantil, elemento que possibilitaria uma unidade; vemos a fragmentação ainda mais estabelecida nesse processo eleitoral para o DCE, entre as chapas “Transformar o Tédio em Melodia” e “Nada Será Como Antes”. Esse cenário dá condições para que setores à direita ganhem espaço nos debates, concretizando seus discursos como ocorreu no CAASO de São Carlos, onde a esquerda saiu fragmentada nas últimas eleições para a entidade.
Não negamos que haja diferenças e divergências entre os campos da esquerda, problematizamos, no entanto, que essas posturas têm impedido uma unidade mínima na luta cotidiana. Além disso, é sabido que a fragmentação da esquerda não se restringe ao movimento estudantil, corresponde a um fenômeno da conjuntura em que vivemos. Porém, os esforços para revertê-la como já expresso no movimento sindical devem ser encarados como tarefa prioritária pelo movimento estudantil.
Por isso, fazemos um balanço do primeiro semestre de 2009 e justificamos esse convite à reflexão.
A dificuldade atual do movimento estudantil da USP se expressa em vários formatos: por uma grande ofensiva dos setores conservadores, dentro e fora da universidade, como a criminalização e deslegitimação das lutas em defesa da autonomia universitária, orquestradas pela grande imprensa; com o ataque a organização dos trabalhadores, através da demissão de um líder sindical; com a utilização de novos artifícios jurídicos como o “Interdito Proibitório” que criminalizam ações de greve antes delas acontecerem; além da repressão militar aos estudantes, professores e funcionários. Mesmo diante do aumento da repressão, por meio da mídia, da burocracia acadêmica ou pelo Estado, os setores combativos do movimento não têm conseguido unidade para resistir.
Com a ausência de mobilizações e fatos políticos importantes em 2008, a tarefa de construir o processo de mobilização no primeiro semestre foi feita a duras penas. Com pautas que, aparentemente, não atingiam diretamente o cotidiano dos estudantes a implementação da UNIVESP; contra as repressões; e por mais verbas e com uma construção efêmera nos cursos, o movimento estudantil só entrou verdadeiramente em debate, quando vimos a invasão da Polícia Militar no campus na manhã de 1º de junho. Era a mediação de um conflito trabalhista pelas forças repressivas do Estado. Mesmo com tal cenário, víamos a relutância de alguns grupos em defenderem a greve imediatamente.
Evidentemente que com o desenrolar dos dias seguintes, a aprovação da greve foi geral, mas ainda cabia ao movimento estudantil aprofundar as discussões sobre autonomia universitária, estrutura de poder, repressão e tudo o que lhe valia para marcar uma posição contrária a truculência com que a burocracia acadêmica se comportava. No entanto, no meio desse processo de greve, víamos grupos que deram mais importância a autoconstrução, dificultando a consolidação efetiva e conseqüente do processo de mobilização.
Com posturas como estas, setores estudantis contrários à greve ganharam força para apresentar suas críticas e realizar seus flash-mob’s (“Greve da Greve”), arrancarem cartazes de greve e fortalecerem o discurso deslegitimador proclamado pela mídia e pela burocracia universitária. Concomitante a isto, na outra extremidade, setores com baixíssima inserção nos cursos e com política vanguardistas cresceram e ganharam notoriedade em assembléias esvaziadas e comandos de greve engessados (basta ver a sede do DCE “ocupado”).
Tal fragmentação se tornou ainda mais pública, quando vimos que no processo de eleição para reitor, o movimento possuía dois candidatos: Chico de Oliveira e Chico Miráglia. Com a pauta de estrutura de poder reascendida (cambaleante, não negamos) pelo movimento de greve, o mínimo que deveríamos ter feito era construir um programa de unidade entre a esquerda que, pautasse um projeto de universidade: USP pública, gratuita, sem fundações; com cursos presenciais; por uma política de permanência estudantil; por um plano de carreira aos funcionários e professores; eleições diretas para reitoria, etc. Porém, devido a fragmentação, perdemos a oportunidade de apresentar projeto de resistência ao processo de mercantilização da educação Paulista em geral.
São por tais elementos que defendemos, desde o princípio, a formação de uma chapa que representasse a unidade da esquerda, para o DCE. Por entendemos que somente desta maneira conseguiremos apontar para novos caminhos ao movimento estudantil, agregando forças a fim de reverter o momento de fragmentação, pautando um projeto de universidade. Novamente, isto não significaria escamotear as diferenças que cada campo possui, mas sim afirmar um compromisso na construção da luta. E, sem a articulação democrática com estudantes em luta não organizados em campos, será também insuficiente qualquer esforço de “unidade”.
Assim, entendendo que não há nenhuma iniciativa que consiga dar resposta a fragmentação do movimento estudantil combativo, apontamos para um espaço que consiga agregar os diversos setores da esquerda algo como uma frente que restabeleça uma unidade para a luta, demarcando incisivamente um posicionamento de esquerda no movimento estudantil, sendo contrário as reformas educacionais em nível federal como REUNI e Universidade Aberta assim como, no cenário da USP.
Diante do quadro colocado nestas eleições e de nossas opiniões acima relatadas, apoiamos criticamente as chapas “Transformar o Tédio em Melodia” e “Nada Será Como Antes” pela possibilidade de contribuirem mais à reorganização do movimento na USP.
Por uma frente unitária da esquerda combativa na USP em torno de um plano de lutas em 2010, construído a partir da base real dos cursos!
→ 1 ComentárioCategorias: Movimento estudantil · São Paulo
Paradoxos – Eduardo Galeano
novembro 10, 2009 · Deixe um comentário
Se a contradição for o pulmão da história, o paradoxo deverá ser, penso eu, o espelho que a história usa para debochar de nós.
Nem o próprio filho de Deus salvou-se do paradoxo. Ele escolheu, para nascer, um deserto subtropical onde jamais nevou, mas neve se converteu num símbolo universal do Natal desde que a Europa decidiu europeizar Jesus. E par mais inri, o nascimento de Jesus é, hoje em dia, o negócio que mais dinheiro dá aos mercadores que Jesus tinha expulsado do templo.
Napoleão Boanaparte, o mais francês dos franceses, não era francês. Não era russo Josef Stálin, o mais russo dos russos; e o mais alemão dos alemães, Adolf Hitler, tinha nascido na Áustria. Marguerita Sarfatti, a mulher mais amada pelo anti-semita Mussolini, era judia. José Carlos Mariátegui, o mais marxista dos marxistas latino-americanos, acreditava fervorosamente em Deus. O Che Guevara tinha sido declarado completamente incapaz para a vida militar pelo exército argentino. Das mãos de um escultor chamado Alejadinho, que era o mais feio dos brasileiros, nasceram as mais altas formosuras do Brasil. Os negros norte-americanos, os mais oprimidos, criaram o jazz que é a mais livre das músicas. No fundo de um cárcere foi concebido Dom Quixote, o mais andante dos cavaleiros. E cúmulo dos paradoxos, Dom Quixote nunca disse sua frase mais célebre. Nunca disse: Ladram, Sancho, sinal que cavalgamos.
“Acho que você está meio nervosa”, diz o histérico. “Te odeio”, diz a apaixonada. “Não haverá desvalorização”, diz, na véspera da desvalorização, o ministro da Economia. “Os militares respeitam a constituição”, diz, na véspera do golpe de Estado, o ministro da defesa.Em sua guerra contra a revolução sandinista, o governo dos Estados Unidos coincidia, paradoxalmente, com o Partido Comunista da Nicarágua.
E paradoxais foram, enfim, as barricadas sandinistas durante a ditadura de Somoza: as barricadas, que fechavam as ruas, abriam o caminho.
→ Deixe um ComentárioCategorias: Movimento estudantil
agora é “DA LUTA NÃO ME RETIRO” pro DCE UFS
outubro 31, 2009 · Deixe um comentário
→ Deixe um ComentárioCategorias: Aracaju · Movimento estudantil
DCE-UEPG retorna à luta!
outubro 31, 2009 · 4 Comentários
Recentemente aconteceu o processo eleitoral do Diretório Central dos Estudantes da UEPG, e o resultado é bastante positivo para as forças de esquerda!
Chapa 1 - Outros Tempos – Despertar da Sonolência (Barricadas/PCB/Prestistas/PSOL/independentes): 606 votos (62,73%)
Chapa 2 – Em Defesa da UEPG (UJS/PCdoB): 360 votos (37,27%)
Nulos/brancos: 30
Parabéns aos lutadores e lutadoras que retomaram à militância combativa e de esquerda, o DCE da UEPG!
→ 4 ComentáriosCategorias: Movimento estudantil
Carta à Frente Outras Palavras | UFPR
outubro 29, 2009 · Deixe um comentário
Aos estudantes que acompanharam o processo da “Frente Outras Palavras” no movimento estudantil da UFPR
Breve balanço sobre o movimento estudantil da UFPR em 2009 e a relação entre a “unidade” das esquerdas e as eleições para o DCE
“Todo avanço efetivo é mais importante que
uma dúzia de programas” Karl Marx (1875)
A frente “Outra Palavras” surgiu como uma tentativa de unificação das esquerdas do movimento estudantil da UFPR, comprometida com atuar criticamente nos problemas gerais da nossa universidade, do Ensino Superior e suas políticas públicas.
Quando da composição da Frente no início de 2009, a proposta defendida pelo Barricadas (e encaminhada como consenso tanto na antiga chapa Cantamos quanto pelo PSTU que não a compunha) foi a da conformação de um espaço unitário que permitisse aos coletivos aprofundar suas formulações próprias e encaminhasse lutas conjuntas. Essas lutas, ações práticas conjuntas permitiriam uma reflexão e formulação também conjunta e construção de síntese entre esses estudantes.
Histórico recente
A última reunião da Frente (21/10/09, realizada no CAP) foi convocada com o objetivo de avaliar o funcionamento e atuação da mesma, objetivo este tirado na muito mais esvaziada reunião também realizada no CAP, poucos dias antes do início do Congresso dos Estudantes da UFPR.
Para esta reunião houve apelo por parte dos militantes do Coletivo Barricadas para a remarcação da data, em função da necessidade de maior tempo para debater internamente, uma vez que gostaríamos de trazer uma discussão qualificada acerca da pauta, da conjuntura do movimento estudantil e de uma construção apressada sobre chapa de DCE.
Porém, partindo da justificativa de que “com as eleições, está colocada uma tarefa urgente para os Estudantes da UFPR, a de resgatar o DCE como um dos instrumentos de luta”, articulou-se e forçou-se essa reunião, mesmo sabendo que o Coletivo Barricadas precisaria de mais tempo para debater internamente.
Avaliamos, portanto, que se criou uma “falsa urgência” de realização da reunião, sob argumentos da importância da construção da unidade na esquerda, quando na verdade o objetivo verdadeiro era o de amarrar a construção de uma chapa “unitária” para o DCE, deixando de lado o debate sobre quais as necessidades da reorganização do movimento estudantil atual.
As avaliações feitas durante a reunião foram rasas e serviram como tentativa de justificar a suposta importância de uma frente, para encaminhar sua possível reestruturação e articular uma chapa com apoiadores para as eleições do DCE. Isto demonstra como a tentativa de discutir os rumos de uma atuação conjunta com as esquerdas no movimento estudantil (a partir de uma avaliação franca dos motivos de nosso fracasso enquanto frente) foi deixada de lado em nome da discussãosimplista sobre chapa para as eleições de DCE.
Ao longo do ano a frente teve um funcionamento muito aquém do que deveria para organizar a militância de esquerda na UFPR. Logo ela se tornou um espaço de acordo de entre forças cuja função não era estabelecida, o que tornou as reuniões esvaziadas e esparsas, com poucas atividades realizadas. Basicamente a frente fez três debates, o que inaugurou a frente – sobre Educação e Crise – um sobre concepção de movimento (que não cumpriu nenhuma função) e outro sobre vestibular unificado. O ponto crítico desta intervenção foi a organização e a atuação no Congresso de Estudantes, esvaziado de debates sobre a UFPR e o movimento estudantil, no qual os principais “debates” foram intrigas entre grupos da Frente.
O que fazer nisso tudo
O Coletivo Barricadas busca a superação desta forma de atuação centrada em acordo de forças, esvaziada de discussões, resumida a atuações apressadas e feitas de última hora. Não vemos sentido neste tipo de militância. Vemos a reestruturação do movimento estudantil geral da UFPR por meio de um diálogo com os estudantes que busque entender a realidade da UFPR, articulada com a totalidade das questões sobre as políticas educacionais e o modo capitalista de produção, com a tentativa de apreender, estudar e pesquisar as formas de dominação que se realizam mediante a organização curricular, nas relações entre as categorias, cursos, enfim: na experiência real e prática – como exemplo: o modo de reprodução da classe e frações dominantes na escolarização superior, a terceirização de funções subalternas, a dominação de ouvintes sobre surdos, a dominação masculina, a dominação dos gêneros legítimos, relações entre territórios de Estados imperializados e imperialistas, colonialismo, pós-colonialismo etc.
A unidade não se chama, a unidade se constrói
Durante o congresso acusaram-nos de “dar um giro à direita”, de “particularismo”, “incoerência teórica”, de ter feito uma tese incompleta e com ausência de análise, de etc. Ao mesmo tempo em que o Barricadas era cobrado por suas posições e críticas realizadas (o que é legítimo) não encontramos espaço para colocar de maneira clara, fraterna e satisfatória quais nossas formulações e problematizações sobre o movimento estudantil, nem no Congresso nem nas últimas reuniões da Frente.
Apesar disso tudo, chama-se os estudantes da UFPR E o Coletivo Barricadas para a construção de unidade (segundo pretende a convocatória “Pela Unidade dos Lutadores”) em torno de uma chapa para o DCE. Sem expor claramente quais os motivos que levaram às acusações do “giro de política” do Barricadas (objetivo não cumprido na reunião do dia 20).
Fazemos esta análise compreendendo que este problema deve ser superado e entendido a partir da totalidade das relações políticas entre as esquerdas da UFPR, mas entendemos ser esta uma verdadeira tentativa defalsa unidade, que arrisca impossibilitar uma militância de esquerda coesa e coerente, franca em suas diferenças e comprometida com uma atuação valente frente ao esfacelamento da universidade brasileira, que se reflete nas cotidianas problemáticas vividas pelos estudantes. Diante disso, pouco importa uma análise superficial que nos levaria a esta falsa unificação apressada, construindo uma chapa de DCE sob tais circunstâncias.
Defendemos: a real unificação das esquerdas (com sentido concreto e não apenas de discurso), a síntese de pautas e acúmulos com estudantes e militantes, junto com isso a reorganização dos espaços do movimento estudantil geral dentro da UFPR (espaços estes não existentes), a ampla divulgação do ME de esquerda e seus objetivos na universidade etc.
Deste modo: não atenderemos o chamado conflituoso de “unidade” que, no momento atual, significa pressão para integrar uma chapa surgida da uma frente desarticulada que deixou escapar à memória dos estudantes a importância das lutas gerais do movimento estudantil.
Outras unidades virão: desde que prevaleça o respeito às diferentes concepções, o debate franco com direito de divergências e contraditório e à ampla defesa; lembramos: a “unidade” jamais deveria se pautar somente por eleições – com ou sem eleições, a tarefa de ter instrumentos de luta está colocada, e a militância deve se dar mesmo sem entidades!
→ Deixe um ComentárioCategorias: Curitiba
(UFS) Discussão: papel das eleições do DCE
outubro 14, 2009 · Deixe um comentário
o campo do movimento estudantil “Barricadas abrem caminhos” chama tod@s para este sábado (17/10), a partir das 9hrs, discutir o papel das eleições do DCE. Sintam-se todos convidados. O debate vai ser no prédio “Amadeus”, na Rua Lagarto, 1191, em frente a Telemar. Não tem erro. Seria bom se as pessoas confirmassem e pá…
Concordando com e-mails já enviados nas listas, nós do Barricadas achamos que o ME da UFS deve fazer essa discussão em uma reunião própria para esse debate e não somente que seja um ponto de pauta da plenária do ME UFS de quinta, pois esse debate é muito delicado e exige um tempo e reflexão maior, afinal a plenária tem outros pontos e o tempo não é tão grande assim. Entender a GRANDE importância dessa reunião, é entender que o movimento estudantil da UFS está se movimentando e questionando todas as esferas do poder da UFS, seja através de entidades ou de cargos, como os da reitoria.
→ Deixe um ComentárioCategorias: Aracaju · Movimento estudantil
Tese Congresso UFPR
outubro 7, 2009 · Deixe um comentário
Você pode já conferir mais uma formulação do Barricadas publicada aqui neste blog.
É a tese (ou pesquisa) feita ao Congresso de Estudantes da UFPR de 2009, que ocorreu entre os dias 1 e 4 de outubro.
→ Deixe um ComentárioCategorias: Curitiba · Movimento estudantil
Plenária de Avaliação dos Cursos da UFS
setembro 15, 2009 · 1 Comentário
Na quarta dia 16/09 vai acontecer a segunda plenária estudantil de avaliação dos cursos, ela será às 15hs entre os blocos departamentais 1 e 2 no campus São Cristóvão.
Segue reprodução do panfleto assinado e distribuídos por vários Centros Acadêmicos e coletivos.
Qual é a situação de seu curso?
A universidade pública brasileira está passando por diversas transformações: expansão, reestruturação das estruturas curriculares dos cursos, a tal “reforma universitária”… O governo propõe um modelo de avaliação chamado ENADE (Exame Nacional de Desempenho Estudantil), que pune os cursos mais deficientes com corte de verbas, quando o lógico seria aumentá-las, promove a concorrência entre as universidades através do ranqueamento, além de não avaliar todos os problemas dos cursos.
Sentimos que há uma precarização cada vez maior em nossa formação: faltam coisas fundamentais, como laboratórios equipados, livros na biblioteca, professores/as na sala de aula e um Restaurante Universitário de qualidade (na UFS, só o campus de São Cristóvão tem RESUN!).
Nós queremos propor algo diferente: que nós mesmos/as, estudantes, façamos a avaliação dos nossos cursos! O que falta em seu curso? Quais as dificuldades que você enfrenta na universidade para ter uma educação como gostaria? A assistência estudantil é satisfatória? Os laboratórios do seu curso têm equipamento? E o RESUN (iih, melhor nem falar!)? E os cursos novos, como andam as condições de estudo?
Vamos fazer um raio X da universidade com a nossa perspectiva, com a nossa voz e organizados unirmos forças pra construir soluções e conquistar melhorias, pois muitos dos problemas enfrentados em vários cursos têm a mesma raiz.
Vamos nos mobilizar já pela melhoria da Universidade!
Fica o convite: Plenária Estudantil de Avaliação dos Cursos
Quando? Quarta-feira, 16/09, às 15 horas.
Onde? Entre o Bloco departamental 1 e 2.
- Realização -
C.A’s: Arquitetura, Direito, Comunicação Social, Letras, Agronomia, Educação Física, Física, Psicologia, Enfermagem e Conselho de Residentes da UFS
Executivas de Curso: ENECOS (Comunicação Social), EXNEEF (Educação Física) ENEBIO (Biologia), ABEEF (Eng. Florestal), FEAB(Agronomia)
Coletivos: Uma Outra História, Geografia na Luta, Espaço de Vivência Agroecológica (EVA), Barricadas Abrem Caminhos, Reviravolta-ANEL.
→ 1 ComentárioCategorias: Aracaju · Movimento estudantil
Façamos por nossas mãos a nossa própria avaliação!
agosto 28, 2009 · Deixe um comentário
O momento atual que vários cursos da UFS vem passando, enquadrando a Universidade num cenário de sucateamento do ensino superior público, tem tornado nossos cursos meros reprodutores de uma lógica mercantilizada da educação.
Entedemos que essa realidade não pode ser vista como natural e deve ser combatida de forma unitária, pois somente um grupo ou centro acadêmico atuando de forma isolada é incapaz de cumprir com uma tarefa tão difícil e importante. Por isso, o Campo do movimento estudantil Barricadas Abrem Caminhos convida a todas e todos estudantes, CA´s, DA´s, Coletivos Organizados, Conselho de Residentes, AAU, DCE e demais entidades estudantis a participarem de uma reunião no dia 03 de setembro as 15:00 no RESUN, com o intuito de o movimento estudantil da UFS construir as bases e a metodologia de uma ampla plenária estudantil que dê início a ao nosso processo de avaliação das condições de ensino, pesquisa e extensão da UFS, e a constução de uma pauta de reivindicações em comum.
Esta reunião prepatória é importante para que sejam contempladas as diversas demandas e visões dos estudantes da UFS, uma vez que nós do barricadas não achamos que temos todas as respostas e que o sucesso de tal atividade está condicionada a participação de todos os interessados, pois apresentar fórmulas prontas não é a melhor saída diante do tamanho e da diversidade do Movimento Estudantil da UFS.
→ Deixe um ComentárioCategorias: Aracaju



