Entradas do Outubro 2009
agora é “DA LUTA NÃO ME RETIRO” pro DCE UFS
Outubro 31, 2009 · Deixe um comentário
Categorias: Aracaju · Movimento estudantil
DCE-UEPG retorna à luta!
Outubro 31, 2009 · 4 Comentários
Recentemente aconteceu o processo eleitoral do Diretório Central dos Estudantes da UEPG, e o resultado é bastante positivo para as forças de esquerda!
Chapa 1 - Outros Tempos – Despertar da Sonolência (Barricadas/PCB/Prestistas/PSOL/independentes): 606 votos (62,73%)
Chapa 2 – Em Defesa da UEPG (UJS/PCdoB): 360 votos (37,27%)
Nulos/brancos: 30
Parabéns aos lutadores e lutadoras que retomaram à militância combativa e de esquerda, o DCE da UEPG!
Categorias: Movimento estudantil
Carta à Frente Outras Palavras | UFPR
Outubro 29, 2009 · Deixe um comentário
Aos estudantes que acompanharam o processo da “Frente Outras Palavras” no movimento estudantil da UFPR
Breve balanço sobre o movimento estudantil da UFPR em 2009 e a relação entre a “unidade” das esquerdas e as eleições para o DCE
“Todo avanço efetivo é mais importante que
uma dúzia de programas” Karl Marx (1875)
A frente “Outra Palavras” surgiu como uma tentativa de unificação das esquerdas do movimento estudantil da UFPR, comprometida com atuar criticamente nos problemas gerais da nossa universidade, do Ensino Superior e suas políticas públicas.
Quando da composição da Frente no início de 2009, a proposta defendida pelo Barricadas (e encaminhada como consenso tanto na antiga chapa Cantamos quanto pelo PSTU que não a compunha) foi a da conformação de um espaço unitário que permitisse aos coletivos aprofundar suas formulações próprias e encaminhasse lutas conjuntas. Essas lutas, ações práticas conjuntas permitiriam uma reflexão e formulação também conjunta e construção de síntese entre esses estudantes.
Histórico recente
A última reunião da Frente (21/10/09, realizada no CAP) foi convocada com o objetivo de avaliar o funcionamento e atuação da mesma, objetivo este tirado na muito mais esvaziada reunião também realizada no CAP, poucos dias antes do início do Congresso dos Estudantes da UFPR.
Para esta reunião houve apelo por parte dos militantes do Coletivo Barricadas para a remarcação da data, em função da necessidade de maior tempo para debater internamente, uma vez que gostaríamos de trazer uma discussão qualificada acerca da pauta, da conjuntura do movimento estudantil e de uma construção apressada sobre chapa de DCE.
Porém, partindo da justificativa de que “com as eleições, está colocada uma tarefa urgente para os Estudantes da UFPR, a de resgatar o DCE como um dos instrumentos de luta”, articulou-se e forçou-se essa reunião, mesmo sabendo que o Coletivo Barricadas precisaria de mais tempo para debater internamente.
Avaliamos, portanto, que se criou uma “falsa urgência” de realização da reunião, sob argumentos da importância da construção da unidade na esquerda, quando na verdade o objetivo verdadeiro era o de amarrar a construção de uma chapa “unitária” para o DCE, deixando de lado o debate sobre quais as necessidades da reorganização do movimento estudantil atual.
As avaliações feitas durante a reunião foram rasas e serviram como tentativa de justificar a suposta importância de uma frente, para encaminhar sua possível reestruturação e articular uma chapa com apoiadores para as eleições do DCE. Isto demonstra como a tentativa de discutir os rumos de uma atuação conjunta com as esquerdas no movimento estudantil (a partir de uma avaliação franca dos motivos de nosso fracasso enquanto frente) foi deixada de lado em nome da discussãosimplista sobre chapa para as eleições de DCE.
Ao longo do ano a frente teve um funcionamento muito aquém do que deveria para organizar a militância de esquerda na UFPR. Logo ela se tornou um espaço de acordo de entre forças cuja função não era estabelecida, o que tornou as reuniões esvaziadas e esparsas, com poucas atividades realizadas. Basicamente a frente fez três debates, o que inaugurou a frente – sobre Educação e Crise – um sobre concepção de movimento (que não cumpriu nenhuma função) e outro sobre vestibular unificado. O ponto crítico desta intervenção foi a organização e a atuação no Congresso de Estudantes, esvaziado de debates sobre a UFPR e o movimento estudantil, no qual os principais “debates” foram intrigas entre grupos da Frente.
O que fazer nisso tudo
O Coletivo Barricadas busca a superação desta forma de atuação centrada em acordo de forças, esvaziada de discussões, resumida a atuações apressadas e feitas de última hora. Não vemos sentido neste tipo de militância. Vemos a reestruturação do movimento estudantil geral da UFPR por meio de um diálogo com os estudantes que busque entender a realidade da UFPR, articulada com a totalidade das questões sobre as políticas educacionais e o modo capitalista de produção, com a tentativa de apreender, estudar e pesquisar as formas de dominação que se realizam mediante a organização curricular, nas relações entre as categorias, cursos, enfim: na experiência real e prática – como exemplo: o modo de reprodução da classe e frações dominantes na escolarização superior, a terceirização de funções subalternas, a dominação de ouvintes sobre surdos, a dominação masculina, a dominação dos gêneros legítimos, relações entre territórios de Estados imperializados e imperialistas, colonialismo, pós-colonialismo etc.
A unidade não se chama, a unidade se constrói
Durante o congresso acusaram-nos de “dar um giro à direita”, de “particularismo”, “incoerência teórica”, de ter feito uma tese incompleta e com ausência de análise, de etc. Ao mesmo tempo em que o Barricadas era cobrado por suas posições e críticas realizadas (o que é legítimo) não encontramos espaço para colocar de maneira clara, fraterna e satisfatória quais nossas formulações e problematizações sobre o movimento estudantil, nem no Congresso nem nas últimas reuniões da Frente.
Apesar disso tudo, chama-se os estudantes da UFPR E o Coletivo Barricadas para a construção de unidade (segundo pretende a convocatória “Pela Unidade dos Lutadores”) em torno de uma chapa para o DCE. Sem expor claramente quais os motivos que levaram às acusações do “giro de política” do Barricadas (objetivo não cumprido na reunião do dia 20).
Fazemos esta análise compreendendo que este problema deve ser superado e entendido a partir da totalidade das relações políticas entre as esquerdas da UFPR, mas entendemos ser esta uma verdadeira tentativa defalsa unidade, que arrisca impossibilitar uma militância de esquerda coesa e coerente, franca em suas diferenças e comprometida com uma atuação valente frente ao esfacelamento da universidade brasileira, que se reflete nas cotidianas problemáticas vividas pelos estudantes. Diante disso, pouco importa uma análise superficial que nos levaria a esta falsa unificação apressada, construindo uma chapa de DCE sob tais circunstâncias.
Defendemos: a real unificação das esquerdas (com sentido concreto e não apenas de discurso), a síntese de pautas e acúmulos com estudantes e militantes, junto com isso a reorganização dos espaços do movimento estudantil geral dentro da UFPR (espaços estes não existentes), a ampla divulgação do ME de esquerda e seus objetivos na universidade etc.
Deste modo: não atenderemos o chamado conflituoso de “unidade” que, no momento atual, significa pressão para integrar uma chapa surgida da uma frente desarticulada que deixou escapar à memória dos estudantes a importância das lutas gerais do movimento estudantil.
Outras unidades virão: desde que prevaleça o respeito às diferentes concepções, o debate franco com direito de divergências e contraditório e à ampla defesa; lembramos: a “unidade” jamais deveria se pautar somente por eleições – com ou sem eleições, a tarefa de ter instrumentos de luta está colocada, e a militância deve se dar mesmo sem entidades!
Categorias: Curitiba
(UFS) Discussão: papel das eleições do DCE
Outubro 14, 2009 · Deixe um comentário
o campo do movimento estudantil “Barricadas abrem caminhos” chama tod@s para este sábado (17/10), a partir das 9hrs, discutir o papel das eleições do DCE. Sintam-se todos convidados. O debate vai ser no prédio “Amadeus”, na Rua Lagarto, 1191, em frente a Telemar. Não tem erro. Seria bom se as pessoas confirmassem e pá…
Concordando com e-mails já enviados nas listas, nós do Barricadas achamos que o ME da UFS deve fazer essa discussão em uma reunião própria para esse debate e não somente que seja um ponto de pauta da plenária do ME UFS de quinta, pois esse debate é muito delicado e exige um tempo e reflexão maior, afinal a plenária tem outros pontos e o tempo não é tão grande assim. Entender a GRANDE importância dessa reunião, é entender que o movimento estudantil da UFS está se movimentando e questionando todas as esferas do poder da UFS, seja através de entidades ou de cargos, como os da reitoria.
Categorias: Aracaju · Movimento estudantil
Tese Congresso UFPR
Outubro 7, 2009 · Deixe um comentário
Você pode já conferir mais uma formulação do Barricadas publicada aqui neste blog.
É a tese (ou pesquisa) feita ao Congresso de Estudantes da UFPR de 2009, que ocorreu entre os dias 1 e 4 de outubro.
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