Conheça algumas das teses que o Barricadas já elaborou:
:: Tese_ao Congresso de estudantes da UFPR (2009)
:: Tese_ao movimento estudantil (2009)
:: Tese ao Congresso da PUC-SP (2008)
Conheça algumas das teses que o Barricadas já elaborou:
:: Tese_ao Congresso de estudantes da UFPR (2009)
:: Tese_ao movimento estudantil (2009)
:: Tese ao Congresso da PUC-SP (2008)
5 respostas Até agora ↓
Matheus Koslosky // Março 9, 2009 às 3:22 pm |
Tese muito bem estruturada, mas um pouco parcial na minha opinião.
Alê // Junho 9, 2009 às 10:27 am |
?
A tese é o que pensamos, logo, parcial. Não entendi muito bem a crítica…
Leonardo Dias // Julho 10, 2009 às 12:51 pm |
Não existe imparcialdiade. Ninguém é neutro. A linguagem em si é uma parcialdiade cultural, então sempre olharemos de acordo com a nossa formação e não com todas as formações possível, ou, se pretender, sem nenhuma formaçam. Quem tem letra tem opinião prévia, tem formação psicológica estruturada, tem vivência memorizada. Isso põe a fim a imparcialidade pretendida. O olhar em si cria o ângulo e os aspectos do objeto obrservado.
VEr: Merlau-Ponty. Durval Munis de Albuquerque. Ferdinand de Saussure. Patrick Gadamer.
Leonardo Dias // Julho 10, 2009 às 1:05 pm |
Quanto a questão das drogas, não creio que a legalização (tornar legal, dentro de uma legalidade) que implica necessariamente numa “estatização”, ou, no mínimo, uma regularizaçõa – impostos, circuntâncias de vendas e automaticamente regulamentação de feiras ou indústrias – vá resolver o problema de olhar para o negro pobre. A questão racial supera isso e a da pobreza também. O traficante rico só é bem visto ou por seus amigos, ou por aquele que não sabem do negócio deles. Alem do que, mesmo as pessoas viciadas em drogas licitas continuam mal-vistas (alcólatras, anorexicos, a própria companha para o fim do cigarro: não polua meu ar!, ele é doido toma remédio controlado), então mesmo com a legalização das drogas eles continuaram, assim como os drogados, a serem mal vistos. A diferença é que eles não serão presos por fazer algo mal-visto (assim como os homossexuais não são). Ainda temo que pensar que traficante nenhum vai ser legal com a galera e deixa todo mudo que quiser vender maconha e pó por aí não. Lembremos que as grandes impresas combatem as pequenas e médias via assassínio, sequestro, cartel e polítca de contra-propaganda. Imagina se surgem automaticamente 20.000.000 de traficantes no Brasil? Que cada rua tenha uma boca? Com certeza ele não iam lá ficar feliz de disputar esse mercado, iniciando uma copetição da maneira como eles foram acostumados…
Assim, o que agente podia fazer é, combater o tráfico e liberar o plantio próprio. Se eu plantar eu fumo, eu não uso mão-de-obra semi-escrava como usa o narcotráfico mundial, eu não preciso mostrar pra todo mundo que tenho pé de maconha e produzo coca em casa, eu não me armo para defender minha produção porque eu mesmo consumo, ninguém precisa nem saber e eu não vou disputar mercado porque eu não vendo. Assim, as pessoas teriam um combate à idéia de lucro, à idéia de exploração de mão de obra e continuariam o combate a exploração de mão-de-obra que o Estado e o Estado paralelo fazem.
Por pior que pareça, o melhor é: “não compre, plante.”
Tese Congresso UFPR « // Outubro 7, 2009 às 4:22 pm |
[...] Teses [...]